O FADO

FADO

KATIA GUERREIRO, cantora de fado e embaixadora da cidade de Viana Do Castelo, gemeada com Pessac

Katia Guerreiro  nomeada “Melhor Intérprete 2010 do Fado” Prémio atribuído pela Fundação Amalia Rodrigues.
Os conhecedores reconhecem nela a Grande Rainha do Fado, Amalia Rodrigues. Convencemos-a de continuar a cantar ! Está decidido !  
Ela foi acolhido pela França de braços abertos. 
Ela começa uma dupla carreira : médico de emergência em Lisboa e cantor internacional.

Katia Guerreiro é Embaixadora da cidade de Viana do Castelo no Norte de Portugal, cidade gemeada com Pessac (33)

Opinião da imprensa : 

« De todas as fadistas da nova geração, Katia Guerreira é a mais comovente. E quando não alívia as almas feridas com o seu canto, vai tratar dos doentes, devstados, num hospital de Lisboa. O seu  sublime fado não deixa de provocar a paixão em todo o mundo. Ao recusar a lógica das palhetas e a fatalidade do sofrimento, Katia escapa ao risco de enfraquecimento e aborda a sua arte pelo lado mais exigente, fazendo a maior felicidade dos que a escutam. » Benjamin Minimum – Mondomix
« O fado reflorido, pungente e sensual. » Véronique Mortaigne – Le Monde
« Livrada de todos os estereótipos, encarna o género à perfeição. » – Vibrations
« Katia Guerreiro é uma bela promessa do Fado. » Bouziane Daoudi – Libération
« Katia Guerreiro livra-se corpo e alma à paixão destruída e sofredora. Ela fá-lo com tanta convicção que o seu canto torna-se uma evidência. » Francisco Cruz – Le monde de la Musique
« Que sussurra ou grita a sua dor, a sua voz captiva. » Jacques Erwan – Théâtre de la Ville


DEOLINDA, um novo fado para por de lado os estereótipos

Em 2008, com a "Canção ao Lado", Deolinda chegou para por de lado todos os estereótipos sobre Portugal e a sua música. Dois irmãos, prodígios da guitarra, a prima diva e um  contrebaixista jazzy reinventam os códigos do fado adicionando-lhe uma ótima frivolidade e um excelente humor. Diante dos olhos de Deolinda, uma narradora fictícia « vivendo no subúrbio de Lisboa com o seu peixe-vermelho e os seus dois gatos », é Portugal moderno que desfila, as suas estranhezas, as suas dores de coração, os seus fortes desejos, accompanhado de uma abundância de guitarras e baixos. Com o novo álbum "Dois Selos e um Carimbo", o grupo aperfeiçoa o seu estilo, deixando-se levar por alguns passos de samba, de sirtaki ou ranchera, um equilíbrio perfeito entre antigo e modernidade. Mais europeu que Madredeus, mais engraçado que Amalia, mais continental que qualquer grupo local, Deolinda conquistou completamente o seu país com o seu fado espetacular.

 
ANTONIO ZAMBUJO